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	<title>Mais do Mesmo</title>
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	<description>Sobre mim. O que mais seria?</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:32:53 +0000</pubDate>
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		<title>tragédia em Santa Catarina - uma opinião</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou de Santa Catarina e uma parte de minha família mora lá. Assim, ver a destruição do estado nos últimos tempos toca fundo na alma. É triste ver o lugar de onde você veio nesse estado de calamidade.
Tentei escrever alguma coisa que exprimisse minha opinião sobre o fato, mas lendo a revista Época sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou de Santa Catarina e uma parte de minha família mora lá. Assim, ver a destruição do estado nos últimos tempos toca fundo na alma. É triste ver o lugar de onde você veio nesse estado de calamidade.</p>
<p>Tentei escrever alguma coisa que exprimisse minha opinião sobre o fato, mas lendo a revista Época sobre o tema, me deparei com a matéria do jornalista Marcos Sá Correia, que exprime com exatidão o que penso e sinto.</p>
<p style="text-align: left;">Assim, coloco ela aqui para compartilhar.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span class="titInterna">Essa Chuva pode ser aviso do céu</span></strong></p>
<table border="0" width="150" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2039/imagens/i78394.jpg" alt="" width="150" height="181" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="legenda">
<div class="preto_peq"><strong>O governador Luís Henrique faz o possível para ser lembrado como o político que passou para o sucessor um estado de calamidade pública</strong></div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O governador de Santa Catarina, Luís Henrique da Silveira, finalmente se convenceu de que anda à solta por aí uma tal de desordem climática. Foi ela, pelo menos, a desculpa que o acudiu para definir o tipo de tragédia que derreteu encostas no Estado e matou dezenas de pessoas. É, governador, essas coisas acontecem.</p>
<p>Talvez sejam em vasta medida inevitáveis. Mas tendem a pegar mais pesado quem estava desprevenido. E, se estiver interessado em conferir o que quer dizer isso, pode folhear o Código Estadual de Meio Ambiente, que sob seu patrocínio está secando, mesmo debaixo de chuva, a caminho da Assembléia Legislativa.</p>
<p>Ele foi saindo cada vez mais torto, à medida que passava por audiências públicas. Pegou o mesmo tipo de resistência que, três anos atrás, defendeu Santa Catarina da criação de parques nacionais em lugares ainda abençoados por florestas de araucárias. Armou-se de dispositivos estranhos, senão agourentos, como a aprovação automática das licenças ambientais, se em 60 dias os técnicos não derem sua palavra final sobre projetos.</p>
<p>Tende a ser uma lei dura. Mas só é dura com aquilo que o governador já chamou na tevê de &#8220;oposição meio ambiental&#8221;. Pode ser coincidência, mas o rascunho está cada vez mais parecido com suas idéias, e, principalmente, com suas idiossincrasias.</p>
<table style="height: 1px;" border="0" width="6" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mesmo com a chuva caindo, ele riscou qualquer menção à &#8220;vida aquática&#8221;, na parte referente aos &#8220;recursos hídricos&#8221;. Pois é, trata-se de abrir alas à construção de hidrelétricas. Ele nunca engoliu os argumentos que o impediram de autorizar, como queria, quando prefeito de Joinville, a instalação de uma usina na serra catarinense. E acredita, ou professa, que toda precaução é um instrumento do &#8220;medievalismo&#8221;.</p>
<p>Como nunca esclareceu exatamente o que quer dizer com essa palavra, presume-se que não se trate da Idade Média original, a européia, marcada pela eliminação quase total das florestas no continente, pela transformação dos rios em esgotos fedorentos e por uma guerra milenar contra a fauna silvestre.</p>
<p>O europeu do século XX também se distingue de seus antepassados medievais por ter mais árvores. Ou pela prerrogativa de pescar em rios límpidos no centro de Estocolmo. E até por não dar mais a seus políticos o direito de fazer em público as declarações que o governador faz em entrevistas. Muito menos de governar um Estado que é recordista nacional de devastação da mata atlântica, em nome do &#8220;aproveitamento sustentável da natureza&#8221; e da ojeriza à &#8220;obtusidade&#8221;.</p>
<p>Não adianta apontar para o céu. As chuvas podem fazer grandes estragos, mas dão e passam. Como nenhuma chuva chove dois mandatos, quase sempre há tempo de sobra para apagar os sinais deixados por sua passagem antes que venha a inundação seguinte. E as obras feitas aqui embaixo tendem a durar mais do que as pessoas que as deixaram.</p>
<p>E, na batida em que vai, o governador Luís Henrique está fazendo o possível para ser lembrado como o político que tomou posse de um Estado invejado nacionalmente pela beleza natural e passou para o sucessor um estado de calamidade pública.</p>
<p><strong>Marcos Sá Correa é jornalista e editor da revista Piauí</strong></p>
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		<title>Niquel Náusea</title>
		<link>http://maisdomesmo.amatilha.com.br/2008/10/niquel-nausea/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 15:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coisas legais]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu primeiro contato com as tirinhas de Fernando Gonsales foram em meados de 1990. Na época eu tinha 13 anos, e naquelas tempos de inocência, eu era realmente uma criança com essa idade.
Um belo dia minha mãe veio de uma viajem a São Paulo e trouxe na mala uma revista nova que viu vendendo por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu primeiro contato com as tirinhas de Fernando Gonsales foram em meados de 1990. Na época eu tinha 13 anos, e naquelas tempos de inocência, eu era realmente uma criança com essa idade.</p>
<p>Um belo dia minha mãe veio de uma viajem a São Paulo e trouxe na mala uma revista nova que viu vendendo por aquelas bandas, uma tal de Níquel Náusea, que contava as aventuras de um ratinho e seus amigos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh6.ggpht.com/anasaupe/SQHtbGfU2wI/AAAAAAAAAfo/YBGyAgRzCV8/01.gif"><img class="alignnone" title="tira1" src="http://lh6.ggpht.com/anasaupe/SQHtbGfU2wI/AAAAAAAAAfo/YBGyAgRzCV8/01.gif" alt="" width="396" height="127" /></a></p>
<p>Como na concepção da minha mãe tudo que tem formato de quadrinhos foi feito pra criança, ela resolveu trazer um exemplar para a filhinha, que ela sabia adorar esse tipo de coisa. Claro que minha mãe não folheou a revista antes, senão ela nunca teria caido em minhas mãos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh5.ggpht.com/anasaupe/SQHul7loEqI/AAAAAAAAAf4/gCYty4XALJ4/22.gif"><img class="alignnone" title="tira2" src="http://lh5.ggpht.com/anasaupe/SQHul7loEqI/AAAAAAAAAf4/gCYty4XALJ4/22.gif" alt="" width="421" height="135" /></a></p>
<p>Porque Níquel Náuse é tudo menos infantil. As tirinhas possuem um humos recheado de sarcasmo, com alguns momentos realmente non-sense. O melhor amigo do Níquel é uma barata chamada Flit, que entre outros desvios de conduta, é viciada em inseticida.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh3.ggpht.com/anasaupe/SQHtbgDDUiI/AAAAAAAAAfw/mH0O8Ei2gGI/29.gif"><img class="alignnone" title="tira3" src="http://lh3.ggpht.com/anasaupe/SQHtbgDDUiI/AAAAAAAAAfw/mH0O8Ei2gGI/29.gif" alt="" width="409" height="131" /></a></p>
<p>Assim, no momento em que ganhei essa recista de minha desavisada mãe, mal sabia ela que estaria traçando uma parte do meu gosto literário para o resto da vida. Até hoje me divirto muito com as tirinhas do Gonsales e outros escritores que recheiam de ironia e sarcasmo suas tirinhas também estão entre os meus favoritos.</p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/niquel/">Aqui</a> você pode acompanhar tirinhas diárias do Níquel e se divertir.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Horário de verão, ai, ai&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 16:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[dia-a-dia]]></category>

		<category><![CDATA[à toa]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu adoro o horário de verão.
Adoro sair do trabalho e ainda ser dia, ter um monte de tempo de luz (porque sol aqui tá dificil) para aproveitar. Além disso, a chegada do horário de verão anuncia a chegada do verão em si. E depois do longo e rigoroso inverno curitibano, uma temporada de calor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro o horário de verão.</p>
<p>Adoro sair do trabalho e ainda ser dia, ter um monte de tempo de luz (porque sol aqui tá dificil) para aproveitar. Além disso, a chegada do horário de verão anuncia a chegada do verão em si. E depois do longo e rigoroso inverno curitibano, uma temporada de calor e sol sempre é bem vinda.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh5.ggpht.com/anasaupe/SP9PeX2448I/AAAAAAAAAd4/Ht4FsI1aNd4/s512/Imagem1.jpg"><img class="alignnone" title="sol" src="http://lh5.ggpht.com/anasaupe/SP9PeX2448I/AAAAAAAAAd4/Ht4FsI1aNd4/s512/Imagem1.jpg" alt="" width="352" height="264" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>O dia começa mais cedo, também.</em></p>
<p>Mas o horário de verão seria realmente mais agradável se eu fosse uma pessoa totalmente desocupada e pudesse acordar uma hora mais tarde todo dia, para compensar.</p>
<p>Sério, esse esquema de mudar horário desregula meu delicado relógio biológico. A primeira semana de horário de verão é quase um pesadelo. Fico constantemente com sono, como se tivesse tido uma noite muito mal dormida. Fico com olheiras, cansaço, preguiça avasaladora, mesmo tendo dormido muito bem a noite.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh6.ggpht.com/anasaupe/SP9PdyrDP6I/AAAAAAAAAdw/zeNPSEr5gR4/relaxando.jpg"><img class="alignnone" title="sono" src="http://lh6.ggpht.com/anasaupe/SP9PdyrDP6I/AAAAAAAAAdw/zeNPSEr5gR4/relaxando.jpg" alt="" width="312" height="217" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ai, que sono!</em></p>
<p>Depois de um tempo as coisas começam a se regularizar, mas sempre fica aquela sensação de que precisava dormir um pouquinho mais&#8230;</p>
<p>Mas apesar de tudo, a vantagem de ir pra casa com dia claro compensa tudo. A sensação de dia mais longo e melhor aproveitado prevalece sobre todas as outras.</p>
<p>E ainda dizem que isso ajuda a conomizar energia. É tudo de bom.</p>
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		<title>Quando fui morar sozinha</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[dia-a-dia]]></category>

		<category><![CDATA[generalidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda me lembro, a anos atrás, quando decidi morar sozinha. Minha mãe resolveu vender a casa onde morávamos desde que que nasci e ir para um apartamento, mais prático e seguro.Ela e meu padrasto escolheram o imóvel a dedo e capricharam na decoração e,  naquele ambiente requintado e organizado, eu e minha gata nos tornamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda me lembro, a anos atrás, quando decidi morar sozinha. Minha mãe resolveu vender a casa onde morávamos desde que que nasci e ir para um apartamento, mais prático e seguro.Ela e meu padrasto escolheram o imóvel a dedo e capricharam na decoração e,  naquele ambiente requintado e organizado, eu e minha gata nos tornamos <em>persona non grata</em>.</p>
<p>Foi com mais que boas intenções que meu padrasto ofereceu seu apartamento vago para eu morar. Era um apartamento de dois quartos, mais que suficiente para mim e minha fiel siamesa vivermos confortavelmente e, o melhor de tudo, ficava ao lado da universidade, onde eu estudava no período.</p>
<p>Assim, fui de mala, cuia e gato para uma nova vida cujos horários seriam determinados por mim (tirando os horários das aulas, claro), vivendo de bolsa e da bondade de estranhos (opa, nem tanto, conheço minha mãe muito bem).</p>
<p>Ganhei alguns móveis que ninguém queria, toalhas e roupa de cama eu já tinha alguma coisa e ganhei também o que ninguém queria, e coisas de cozinha e limpeza eu deliberadamente afanei da casa da minha mãe. Tava montado o apêzinho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3132/2880304052_3220682a45.jpg?v=0"><img class="alignnone" title="home" src="http://farm4.static.flickr.com/3132/2880304052_3220682a45.jpg?v=0" alt="" width="326" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Et&#8230; telefone&#8230; minha casa&#8230;</em></p>
<p>Mas nem tudo é alegria no reino da independência. Eu era bolsista CAPES na época, praticamente uma morta de fome e ainda dependia muito de ajuda financeira da mamãe para viver e pagar as contas. Muito mesmo. Mas como eu fui morar sozinha porque ela quis, ela não reclamava em ter que me sustentar a distância. Quase como ter filho estudando em outra cidade, mas na verdade eu estava no outro bairro.</p>
<p>Além disso, sempre tem o dilema da comida.</p>
<p>Sabe quando você chega em casa tarde, depois de um dia daqueles, verde de fome e pronta pra detonar aquele prato de estivador? Então, são nessas horas que você lembra que quem faz as compras é você e quando abre a geladeira lembra que a comida não aparece magicamente. E tudo que você acha é uma garrafa de coca cheia de água, um pote de margarina e uma maçã meio podre. O jeito é colocar o tênis denovo e torcer para o mercado ainda estar aberto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3106/2880308270_d2293acc40.jpg?v=0"><img class="aligncenter" title="geladeira vazia" src="http://farm4.static.flickr.com/3106/2880308270_d2293acc40.jpg?v=0" alt="" width="280" height="219" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Oh shit!!!</em></p>
<p>Mas depois de um tempo você aprende. Já se programa para passar no mercado no caminho de casa, começa a fazer listas de supermercado, aprende a pesquisar preços para a grana durar mais. Vai virando uma dona de casa.</p>
<p>Depois de tantos anos morando sozinha, as coisas acontecem naturalmente. O cotidiano é verificar periodicamente se o papel higiênico não está acabando (essa é outra surpresa desagradável, o papel higiênico também não aparece magicamente no armário) e manter a geladeira minimamente abastecida. Agora que tenho filho, essa rotina faz parte do meu ser.</p>
<p>A única coisa que eu não faço é passar roupa, de resto, posso dizer que sobrevivo muito bem. E você, que começou a morar sozinho agora, não se apavore, uma hora essas coisas também vão virar naturais para você. Em caso contrário, você sempre pode ir jantar na casa da mamãe&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3153/2879469063_6d9ecf9eca.jpg?v=0"><img class="aligncenter" title="colo" src="http://farm4.static.flickr.com/3153/2879469063_6d9ecf9eca.jpg?v=0" alt="" width="202" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Não há nada como o colo da mamãe!</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maldito plástico</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 18:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[dia-a-dia]]></category>

		<category><![CDATA[Plástico]]></category>

		<category><![CDATA[sacola reutilizável]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava lendo um artigo muito interessante sobre plásticos e todos os problemas que eles trazem e resolvi comentar sobre o assunto aqui.
Os plásticos são um produto derivado do petróleo, levando milhares de anos para se decompor, e que é usado em todo o mundo de maneira indiscriminada.

Elas estão em todos os lugares!!!
Você já parou para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo um artigo muito interessante sobre <a href="http://eupodiatamatando.com/2007/08/18/os-malditos-sacos-plasticos/">plásticos</a> e todos os problemas que eles trazem e resolvi comentar sobre o assunto aqui.</p>
<p>Os plásticos são um produto derivado do petróleo, levando milhares de anos para se decompor, e que é usado em todo o mundo de maneira indiscriminada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Sacola" src="http://farm4.static.flickr.com/3209/2801202792_40c7c030dc.jpg?v=0" alt="" width="215" height="285" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Elas estão em todos os lugares!!!</em></p>
<p>Você já parou para contar quantas sacolinhas de plástico você tem em casa? Nem eu, mas sei que são muitas. Muito mais do que eu preciso, com certeza.</p>
<p>A alguns meses eu resolvi carregar comigo uma sacola retornável, de nylon, que ganhei de uma colega que trouxe da Alemanha. Lá, é muito comum as pessoas usarem sacolas retornáveis, até porque atualmente as sacolas plásticas não são mais dadas e sim vendidas pelos estabelecimentos.</p>
<p>No artigo que citei acima, foram listadas algumas iniciativas de diversos países para tentar restringir o uso das famigeradas sacolas.</p>
<ul>
<li><strong>Austrália:</strong> Comerciantes são incentivados à comprarem a chamada “sacola verde” que podem ser reutilizadas várias vezes. A cidade de Coles Bay baniu o uso dos sacos plásticos.</li>
<li><strong>Taiwan:</strong> Sacos plásticos foram banidos.</li>
<li><strong>Irlanda:</strong> Há um imposto de 0,22€ para cada saco plástico distribuído. O dinheiro vai para projetos ambientais. Com o imposto houve um decréscimo de 90% no uso dos malditos sacos plásticos.</li>
<li><strong>Alemanha:</strong> As lojas vendem sacos plásticos por preços que variam de 5 a 25 centavos de euro dependendo do tipo de sacola. Sacolas mais fortes e reutilizáveis são vendidas por cerca de 1€. Mesmo assim há lojas que distribuem sacos plásticos descartáveis.</li>
<li><strong>Zanzibar: </strong>Baniu o uso de sacos plásticos. Devido aos danos a vida marinha o turismo, principal atividade da economia, estava sendo prejudicado. Usou um saco é seis meses de xadrez ou multa de 2000 dólares.</li>
<li><strong>Bangladesh:</strong> Baniu os sacos plásticos. Lá os sacos plásticos além de tudo entopem esgotos que por sua vez causavam enchentes. Ser pego com um saco plástico dá uma pesada multa e até prisão.</li>
</ul>
<p>Interessante pensar no caso do Brasil.</p>
<p>Toda vez que em uma loja o vendedor vai colocar minhas compras em uma sacola e eu digo que não precisa, eu carrego minha própria sacola, a reação sempre é de tamanho espanto que até me deixa constrangida. Em um caso específico a vendedora me olhou com cara de quem não estava entendendo e continuou a colocar o produto na sacola até eu ter que arrancar das mãos dela. E ela ficou me olhando como se eu fosse louca ou coisa pior.</p>
<p>Usar essas sacolas é algo tão difundido que a alternativa é vista como bizarrice ou excentricidade. Mas não deveria. É uma solução simples e fácil. A sacola que eu carrego é tão pequena e leve que nem faz diferença na bolsa. Mas mesmo quem não tem uma dessas pode reutilizar as sacolas plásticas mesmo, numa tentativa de diminuir o consumo.</p>
<p>Cobrar pelas sacolas também é interessante. quando mexe no bolso o pessoal sempre se esperta. A sugestão dada pelo autor de um tipo de benefício para os estabelecimentos que abolirem a sacola também pode ser interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="sacola 2" src="http://farm4.static.flickr.com/3069/2800355957_0244f85622.jpg?v=0" alt="" width="169" height="159" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Sacolas retornáveis são uma boa opção.</em></p>
<p>Então, da próxima vez que for ao supermercado, que tal tentar levar sua própria sacola?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil rumo ao bronze!!!</title>
		<link>http://maisdomesmo.amatilha.com.br/2008/08/brasil-rumo-ao-bronze/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 17:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasileiro tem um dom maravilhoso, o dom de rir da prórpia desgraça e tentar encarar tudo com um bom humor raro no mundo hoje em dia. Isso é muito bom, especialmente porque vivemos a perigo todo dia com toda a situação caótica pela qual o país tem passado.
Por isso, quando vejo iniciativas que tratam com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasileiro tem um dom maravilhoso, o dom de rir da prórpia desgraça e tentar encarar tudo com um bom humor raro no mundo hoje em dia. Isso é muito bom, especialmente porque vivemos a perigo todo dia com toda a situação caótica pela qual o país tem passado.</p>
<p>Por isso, quando vejo iniciativas que tratam com muito bom humor nossos defeitos, acho mais que merecido divulgar.</p>
<p>O blog <a href="http://bronzebrasil2008.wordpress.com/">Bronze Brasil 2008</a> é uma referência simpática e bem humorada as dificuldades enfrentadas pela equipe olímpica brasileira, não só nessa olimpíada mas em todas que participamos até hoje.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/photo_1_small.jpg"><img class="size-medium wp-image-94 aligncenter" title="photo_1_small" src="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/photo_1_small.jpg" alt="" width="142" height="147" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>O bronze é tão importante que tem até uma ERA inteira dedicada a ele.</em></p>
<p>Cada vez fica mais evidente que, sem apoio e um programa de incentivo ao esporte, o país não irá conseguir destaque nas competições internacionais.</p>
<p>Enquanto isso podemos, como sempre, nos divertir com a própria desgraça.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sem muito o que escrever, mas&#8230;</title>
		<link>http://maisdomesmo.amatilha.com.br/2008/08/sem-muito-o-que-escrever-mas/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 17:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[filosofia barata]]></category>

		<category><![CDATA[à toa]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar e manter esse blog me ensinou uma coisa sobre mim mesma. Existe uma quantidade limitada de assuntos sobre os quais eu escrevo com facilidade, os demais é difícil. E, provavelmente, RPG é o assunto mais fluido para mim.
Digo isso porque antes de escrever aqui eu já escrevia no blog dA Matilha, especificamente sobre RPG [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criar e manter esse blog me ensinou uma coisa sobre mim mesma. Existe uma quantidade limitada de assuntos sobre os quais eu escrevo com facilidade, os demais é difícil. E, provavelmente, RPG é o assunto mais fluido para mim.<br />
Digo isso porque antes de escrever aqui eu já escrevia no blog d<a href="http://www.amatilha.com.br">A Matilha</a>, especificamente sobre RPG e muito rartamente sobre outros assuntos relacionados. E lá é tão mais fácil ter assunto&#8230;</p>
<p>Mas eu sou teimosa e mantenho esse blog aqui para falar sobre assuntos aleatórios, até mesmo sobre a falta de assunto.</p>
<p>Outra coisa sobre a qual eu gosto muito de falar é gatos. Felinos de maneira geral são lindos e carismáticos. A prova disso é que o post mais acessado e comentado desse blog fala exatamente sobre esses encantadores animais com milhares de fãs em todo mundo. Devo investir mais nessa minha paixão e escrever mais coisas sobre eles. Num futuro próximo.</p>
<p>Eu também gosto muito de escrever sobre as podreiras do governo e como as coisas nesse país são uma grande bagunça, mas é um tema delicado e com o qual eu não costumo me envolver muito, afinal é feio falar mal do patrão&#8230;</p>
<p>No final, eu sei que pouca gente lê esse blog e aqui eu posso escrever bizarrices e coisas sem sentido, e no final é pra isso que ele serve, como uma forma de catarse onde posso espressar o que penso, por mais idiota que seja.</p>
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		<title>Misturas e sabores</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 18:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coisas legais]]></category>

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		<category><![CDATA[cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias estava tomando fanta mundo e parei para pensar em como aquela mistura inusitada de laranja e melão era saborosa. Assim, resolvi escrever sobre misturas e sabores peculiares que podem ser muito agradáveis ao paladar, apesar de parecerem bizarros a princípio.

A diversidade de comidas é maravilhosa!
Misturar comidas doces e salgadas é um costume em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias estava tomando fanta mundo e parei para pensar em como aquela mistura inusitada de laranja e melão era saborosa. Assim, resolvi escrever sobre misturas e sabores peculiares que podem ser muito agradáveis ao paladar, apesar de parecerem bizarros a princípio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/comidas.jpg"><img class="size-medium wp-image-87 aligncenter" title="comidas" src="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/comidas.jpg" alt="" width="199" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>A diversidade de comidas é maravilhosa!</em></p>
<p>Misturar comidas doces e salgadas é um costume em diversos países. Os alemães costumam comer frutas junto com frios e carnes. Sabiam que na India a manga é comida na salada, preferencialmente com muita pimenta? E o que dizer do abacate, que é preparado com pimenta e temperos no México formando a famosa guacamole. No Brasil mesmo temos um exemplo muito popular, a famosa laranja na feijoada.</p>
<p>Existem combinações mais inusitadas, como chocolate e pimenta, que até já rendeu filmes e novelas por ai. O chocolate é um elemento pródigo em combinações em todo mundo, sendo misturado aos temperos e ervas mais variados, oferecendo uma variedade incrível de sabores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/musse.jpg"><img class="size-medium wp-image-88 aligncenter" title="musse" src="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/08/musse-246x300.jpg" alt="" width="212" height="259" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Mousse de chocolate com pimenta. E porque não?</em></p>
<p>Existem ainda combinações casuais e que acabam por dar certo. Certa vez meu tio fez para todos bife na chapa, mas ao temperar ele confundiu os potes e colocou açúcar ao invés de sal. A verdade é que todos comemos com gosto aquele bife com um tempero &#8220;especial&#8221;.</p>
<p>Tenho alguns amigos com gostos realmente estranhos e que fazem uma combinação de sabores que só agrada a eles. Um gostava de colocar geléia de morango no churrasco, enquanto outro colocava maionese no bolo de chocolate. Eu mesma costumava comer biscoitos de morango com mostarda, numa época em que eu colocava mostarda em tudo&#8230;</p>
<p>A diversidade de alimentos e temperos no mundo é tão grande que acredito que precisamos de mais que uma vida para experimentar só uma parte de todas as misturas possíveis. Mas é importante estar aberto ao novo e encarar experiências gastronômicas com desapego e espírito de aventura, porque é claro que nem tudo vai te agradar e tem misturas que podem dar imensamente errado.</p>
<p>Mas, desde que eu não tenha que provar insetos fritos ou caramelados, estou disposta a experimentar o máximo de sabores que essa vida me permitir. E boa sorte!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ilha das Flores</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 15:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[cinema]]></category>

		<category><![CDATA[coisas legais]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns posts atrás eu comentei sobre esse curta brasileiro e fiquei de falar mais sobre ele. Chegou o momento.
Alguns podem se perguntar, porque um post inteiro para falar de um filme de 10 minutos. Mas existe algo nesse curta que o torna especial.
Escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, ele descreve as relações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003366;">Alguns posts atrás eu comentei sobre esse curta brasileiro e fiquei de falar mais sobre ele. Chegou o momento.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Alguns podem se perguntar, porque um post inteiro para falar de um filme de 10 minutos. Mas existe algo nesse curta que o torna especial.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, ele descreve as relações desiguais geradas pela economia, com uma linguagem ácida. O protagonista é inusitado, um tomate, e o enredo trata de sua circulação, desde a produção até o consumo.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Apesar de ter sido produzido a quase duas décadas, ele continua mais atual do que nunca. Gosto muito da linguagem utilizada, quase científica de tão precisa e explicativa e ao mesmo tempo incisiva. As imagens que passam na tela em ritmo frenético deixam uma impressão muito forte e o destino final do tomate é tocante.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Com certeza quem se dispuser a ver o curta, vai descobrir uma pérola do cinema brasileiro, reconhecida em todo mundo e qua vai fazer muita gente pensar.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Ganhador de inúmeros prêmios, foi eleito em 1995 pela crítica européia um dos 100 curtas mais importantes do século.</span></p>
<p><span style="color: #003366;">Prêmios que ganhou:</span></p>
<li><span style="color: #003366;">Melhor filme de curta-metragem (e mais 8 prêmios) no 17° Festival de Gramado, 1989.</span></li>
<li><span style="color: #003366;"> Urso de Prata para curta-metragem no 40° /festival de Berlim, 1990.</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Prêmio Air France melhor curta brasileiro do ano, 1990.</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Prêmio Margarida de Prata (CNBB) melhor curta brasileiro do ano, 1990.</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Prêmio Especial do Júri e Melhor Filme do Júri Popular no 3° Festival de Clermont-Ferrand, França, 1991.</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Blue Ribbon Award no American Filme and Video Festival, Nova York, 1991. </span></li>
<li><span style="color: #003366;">Melhor Filme no 7º No-Budget Kurzfilmfestival, Hamburgo, Alemanha, 199.</span></li>
<p><span style="color: #003366;">Você pode ter mais informações e assistir ao curta através <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_das_Flores_(curta)"> desse link</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abaixo a ditadura da beleza</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 18:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coisas legais]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é mulher, sabe o que é ser bombardeada todos os dias pelo padrão de beleza corrente. É ver na TV, jornais e revistas propagandas de corpos exuberantes e rostos perfeitos te dizendo que, para ser feliz, você tem que ser daquele jeito.
Mas todas nós sabemos também que isso é para poucas. Aquelas modelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é mulher, sabe o que é ser bombardeada todos os dias pelo padrão de beleza corrente. É ver na TV, jornais e revistas propagandas de corpos exuberantes e rostos perfeitos te dizendo que, para ser feliz, você tem que ser daquele jeito.</p>
<p>Mas todas nós sabemos também que isso é para poucas. Aquelas modelos das revistas são raras no mundo real e alcançar o padrão estético considerado &#8220;ideal&#8221; é impossível para a grande maioria.</p>
<p>Vale lembrar que o conceito de beleza é mutável. No renascimento bonito mesmo eram aquelas formas fartas e rechonchudas. As magras eram consideradas más parideiras e, portanto, indesejáveis.</p>
<p>A algum tempo atrás, beleza era um conceito muito mais amplo, que incluia aspectos como inteligência e conduta. Mas nas últimas décadas parece que esse conceito encolheu, murchou, e hoje em dia beleza está cada vez mais ligada somente a aparência física.</p>
<p>O conceito de beleza deve estar ligado a algo agradável e gratificante, e não significar o sofrimento e exclusão de milhares de mulheres em todo mundo.</p>
<p>Por isso gosto tanto de inciativas como a <a href="http://www.campanhapelarealbeleza.com.br">Campanha pela Real Beleza</a> realizada pela Dove. Para mudar esse padrão restritivo e altamente excludente de beleza e ampliar nossa percepção do que é belo e atraente. O site possui informações interessantes e estudos acadêmicos patrocinados pela empresa sobre a concepção de beleza e como as mulheres percebem a si mesmo no mundo. Vale a pena a leitura.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/07/dovewomen.jpg"><img class="size-medium wp-image-81 aligncenter" title="dovewomen" src="http://maisdomesmo.amatilha.com.br/wp-content/uploads/2008/07/dovewomen-300x231.jpg" alt="" width="227" height="175" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Viva a diversidade!</em></p>
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